Em 1993, uns caras se encontraram e resolveram que tinham que fazer alguma coisa diferente no palco. Eram artistas de circo mas também de teatro. Eles queriam um show de circo pop. E montaram os Irmãos Brothers.
Hoje, 15 anos depois, a trupe cresceu e está comemorando o aniversário em grande estilo. “15 Anos dos Irmãos Brothers” resgata a história do grupo com uma coletânea de esquetes, com novidades e participações especiais – sempre com muita criatividade, deboche e humor.
Arrume uma criança emprestada e vá conferir. Não tem como não se divertir: é circo pop de primeira!

Aconteceu nesse sábado, no riocenacontemporanea, a estréia da performance comPATBilidade, de PatB, staff do Carioquíssimo. A performance tem sido bastante divulgada, com matéria no Jornal Hoje de 08/10 e notinha na coluna Gente Boa de ontem, 09/10, no jornal O Globo.
comPATBilidade tem repeteco nos dias 11 e 13, a partir de meia-noite, no Armazém da Ação da Cidadania, na Avenida Barão de Tefé, 75.
Teatro politizado sem ser pedante? Existe isso?
Existe.
Entrou em cartaz ontem no SESC Copa a peça "O Homem Vivo", dos poemas de Bertold Brecht. Dirigida e adaptada por Delson Antunes, o espetáculo leva aos palcos Camilla Amado e Orã Figueiredo como dois genéricos trabalhadores que andam por aí em busca de humanidade, tema mais do que frequente nas obras de Brecht e na vida dos cariocas modernos nesse dia-a-dia-de-meu-deus. A liga disso tudo é completada pelo piano de João Carlos Assis Brasil e a voz e o carisma de Wladimir Pinheiro, provocando um espetáculo leve e forte, simples e profundo, emocionante.
Vale o ingresso (ainda mais o do SESC, que é baratinho).
O HOMEM VIVO
Espaço Sesc Copacabana – Arena
Quinta a sábado, 21h; domingo, 19h30.
R$12,00.
Até 27 de maio.
Texto, direção e ator alinhados.
Essa é a mistura que faz de “A Descoberta das Américas” um espetáculo
imperdível. O texto, original do italiano Dario Fo e adaptado por Alessandra
Vannucci e Julio Adrião, é fluido e com jogo de cintura bem carioca.
A direção, de Vannucci, ousando sem cenário nem sons que não do ator durante
todo o espetáculo, é esperta e precisa. O ator, Adrião, doma o desafio do
monólogo na boa, contando a história de um improvável colonizador durante a
dominação espanhola no Golfo do México com uma desenvoltura
incrível.
Vale o ingresso.
Teatro do Leblon – Sala
Tônia Carrero
Quinta a Sábado, 21h;
domingo, 19h30
Quinta: R$ 35,00; Sexta e
Domingo: R$ 40,00; Sábado: R$ 50,00.
Até 29 de abril.